31 Março, 2009, 5:26 am
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Apenas bons amigos
2007
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Apenas bons amigos, 2007 (01)
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31 Março, 2009, 5:18 am
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Reaching you
2008
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Reaching you, 2008 (01)
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17 Março, 2009, 2:30 am
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Goldfish
2009

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Local: Avenida Paulista
Registros fotográficos: Fernando Giraldi e Milena Edelstein
Duração: aproximadamente 20 minutos
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Agradecimentos especiais: Fernando Giraldi, Milena Edelstein e seu pai
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Golden fish, 2009 (01)

Golden fish, 2009 (02)

Golden fish, 2009 (03)

Golden fish, 2009 (06)

Golden fish, 2009 (07)

Golden fish, 2009 (09)



22 Julho, 2008, 9:17 pm
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Eye contact
2008
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Local: Avenida Paulista
Registros fotográficos: Felipe Tinel
Duração: aproximadamente 45 minutos
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13 Julho, 2008, 2:06 pm
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O vulnerável
2008
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Local: Avenida Paulista
Registros fotográficos: Felipe Tinel e Letícia Grego
Duração: aproximadamente 45 minutos
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3 Maio, 2008, 3:51 am
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Asexo
2008

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Duração: indeterminada
Registros fotográficos: Mychelle Freiesleben
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16 Outubro, 2007, 8:22 pm
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Cair em si
2007
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Duração: aproximadamente 30 minutos
Apoio: Marina Kilikian
Registros fotográficos: Danielle Prieto
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cair-em-si-04.JPG

cair-em-si-01.jpg

cair-em-si-02.jpg

cair-em-si-03.jpg

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13 Setembro, 2007, 12:49 am
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Trava
2007

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Tempo de duração: aproximadamente 45 minutos
Registro fotográfico: Mah Lima
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Trava 01

Trava 03

Trava 02

Trava 05

Trava 04

Trava 06



3 Setembro, 2007, 10:31 pm
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01

Qual o tamanho da sua mentira? (apropriação)
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Rafael RG e Davi Flores
11° Salão de Arte Contemporânea de São Bernardo do Campo
2007
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Uma obra. Uma brecha. A presença performática de uma dupla de artistas numa atitude de contestação e reivindicação de impacto poético.

Não se importando com burocracias institucionais ou supostas aceitações, a urgência de viver, fazer e mostrar arte se faz presente pela performance tendo como estímulo e pretexto a obra de um outro artista que também trabalha com essa mesma linguagem.

Apresentada no 11° Salão de Arte Contemporânea de São Bernardo do Campo, a obra “ Qual é o tamanho de sua mentira? ”, do artista Antônio Gonçalves de Mello Neto, gerava uma certo descontentamento pela dúvida com relação a sua configuração. Não se sabia se o performer estava ou não no recinto do salão, muito menos se sua performance tinha como proposta a presença ou a não-prenseça do artista. Essa desconfortável dúvida adicionada ao próprio incômodo da hipotética e simplista suposta não-ação no trabalho de Mello Neto causou indiganação na dupla.

Movidos por esse questionamento, a dupla de artistas se dirige à parede branca onde se encontra o adesivo com as informações da obra de Antônio Gonçalves de Mello Neto. Cada um se posiciona em um dos lados do adesivo, com seus corpos levemente escostados à parede branca, um de frente para o outro. Esse foi o estopim para, a partir daí, iniciarem um ensaio performático onde a proposta era criar uma relação de ação e reação gestual entre a dupla, ensaio este que durou por volta de 45 minutos.

O público agarrou a proposta e, um tanto desinformado, acreditou que a ação performática que acabava de acontecer era de fato o trabalho de performance inscrito no salão quando, na verdade, o que se apresentava a seus olhos era apenas uma intervenção.

Mentira? Verdade? Brincadeira? Sem nenhuma prévia intenção ou pretensão, essa proposta interventiva criou outras dúvidas e gerou mais questões sobre “ Qual é o tamanho de sua mentira? ”.Só uma coisa é concreta: a presença da ação tem seu impacto.

E numa era onde produtos, obras e significados perdem seus limites e suas importâncias, o impacto serve para nos alertar que há muito mais além das aparências e das previsíveis apresentações.

Nesse ponto, o artista contemporâneo é muito mais que um fazedor de idéias e objetos, mas um propositor de diálogos e reflexões, tendo como responsabilidade o cuidado e esmero na produção e apresentação desse trabalho.

Assim, a obra transcende o show, o espetáculo ou a sua estaticidade objectual e atinge os campos mais sensíveis e intensos do pensamento e dos sentimentos, gerando não só simples fruições, mas formação de cultura e incontáveis, ímpares ligações de significado.

Enquanto exister urgência haverá arte. E quando parecer que não existe mais, há quem estará ali para trazer uma nova questão.
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